Ninguém deve assinar um compromisso de 30 ou 40 anos com base numa única proposta. Falar com um intermediário de crédito autorizado é, hoje, o passo mais simples e sem custos para garantir que a decisão financeira mais importante da vida de uma família é tomada com toda a informação em cima da mesa.
Depois de dois anos de alívio nas prestações da casa, muita coisa mudou. O Banco Central Europeu subiu as taxas em 25 pontos base na reunião de junho, a primeira subida desde setembro de 2023, e as taxas Euribor têm vindo a refletir essa pressão: a Euribor a 6 meses, a mais usada nos créditos habitação em Portugal, negoceia hoje, dia 16 de julho de 2026, em torno de 2,65%, e a taxa a 12 meses aproxima-se dos 2,83%. Quem tem revisão de prestação agendada para os próximos meses deve preparar-se para pagar mais, e quem está a comprar casa enfrenta um mercado de crédito mais exigente e mais difícil de comparar.
É precisamente neste contexto que a figura do intermediário de crédito ganha um protagonismo que nunca teve.
Porque é que faz diferença num momento como este?
1. Num ciclo de subida de taxas, cada décima conta. Num crédito de 150 000 euros a 30 anos, uma diferença de meio ponto percentual na taxa pode representar cerca de 40 a 50 euros por mês, mais de 500 euros por ano. Comparar propostas de vários bancos deixou de ser um luxo: é a diferença entre um crédito sustentável e um orçamento familiar sob pressão.
2. A escolha entre taxa fixa, mista e variável tornou-se mais complexa. Com a Euribor a subir nos prazos curtos e os bancos a reposicionarem as ofertas de taxa mista, a decisão certa depende do perfil de cada família, horizonte temporal, estabilidade de rendimentos e tolerância ao risco. Um intermediário experiente ajuda a simular cenários e a escolher com base em números, não em intuição.
3. As regras do crédito estão a mudar. A partir de 1 de agosto de 2026 entram em vigor novas regras para a concessão de crédito habitação e crédito ao consumo. Ter ao lado quem acompanha estas alterações diariamente evita surpresas e processos recusados.
4. Poder negocial que o cliente sozinho não tem. Os bancos competem pelas propostas apresentadas por intermediários, que movimentam dezenas de processos por mês. Essa escala traduz-se, com frequência, em spreads e condições que dificilmente seriam oferecidos a um cliente que entra sozinho numa agência.
E quanto custa ao cliente?
Na maioria dos casos de crédito habitação, o serviço de intermediação não tem custo para o cliente, o intermediário é remunerado pela instituição de crédito com quem o contrato é celebrado, e essa remuneração está sujeita a deveres de transparência definidos por lei. O cliente ganha acesso, comparação e negociação profissional sem encargo adicional.
Também para quem já tem crédito
A intermediação não serve apenas para quem vai comprar casa. Com as prestações a subir, a transferência de crédito habitação para um banco com melhores condições voltou a estar na ordem do dia e é um processo em que o acompanhamento profissional faz toda a diferença, desde a análise da poupança real (descontando custos de transferência) até à negociação com o novo banco.
Se está a pensar comprar casa, transferir o seu crédito ou simplesmente perceber se a sua prestação pode baixar, fale com a SCI Finance sem compromisso. Podemos ajudar a poupar milhares de euros ao longo do crédito.
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